INTRODUÇÃO À LÓGICA E AOS ALGORITMOS


Esse conteúdo focaliza o "Introdução à lógica e algorismos", com especial ênfase na disciplina de Lógica de Programação e Algoritmos. Ao discutir a introdução à lógica, destaca-se a relevância do raciocínio lógico nas atividades diárias, estabelecendo uma conexão vital entre esse raciocínio e a necessidade de habilidades lógicas no campo da computação e programação.

Originária da filosofia, a lógica é conceituada como a área filosófica que lida com as formas de pensamento e as operações intelectuais. No contexto da computação, a lógica está intrinsecamente ligada à organização de instruções, assertivas e pressupostos em algoritmos, fundamentais para a implementação de programas. O raciocínio lógico desempenha um papel crucial no desenvolvimento de softwares, com os resultados desse raciocínio frequentemente expressos de maneira binária, seja Verdadeiro (V) ou Falso (F).

O texto também ressalta a diferenciação entre lógica indutiva e dedutiva, conferindo destaque à dedutiva, notadamente relevante na programação, onde garantir que premissas verdadeiras levem a conclusões verdadeiras é imperativo.

Ao abordar a introdução aos algoritmos, esclarece-se que o conceito não é exclusivo da era digital, antecedendo-a. Um algoritmo é delineado como uma sequência de passos para realizar uma tarefa específica ou alcançar um objetivo, englobando desde procedimentos matemáticos até receitas de cozinha. A necessidade de detalhes precisos nos algoritmos é enfatizada, exemplificada pelo processo de preparar um sanduíche, no qual a falta de detalhes pode resultar em falhas na execução do algoritmo.

Em síntese, o texto aborda a importância crucial da lógica e dos algoritmos na programação, evidenciando como o raciocínio lógico é essencial no desenvolvimento de softwares, ao passo que os algoritmos representam sequências de passos fundamentais para a realização de tarefas específicas.

 A ERA DOS COMPUTADORES

Aqui abordaremos o sistema de computação e como ele foi se desenvolvendo durante os anos, enfatizando que os algoritmos são essenciais para o desenvolvimento de softwares, mas esses programas não têm utilidade sem um hardware para executá-los. O hardware é o componente físico responsável por compreender e executar algoritmos. Onde exploramos a história dos primeiros computadores digitais, destacando o surgimento impulsionado pela Segunda Guerra Mundial, onde cálculos complexos eram necessários para rotas de mísseis e codificação de mensagens.

O ENIAC, um dos primeiros computadores, é mencionado como um exemplo inicial, construído com milhares de válvulas e relés. No entanto, sua falta de praticidade levou à busca por novas formas de projetar computadores. John von Neumann propôs a primeira arquitetura de computador digital, conhecida como a máquina de von Neumann, que inclui cinco elementos básicos: memória, unidade lógica e aritmética (ULA), unidade de controle (UC), dispositivos de entrada e dispositivos de saída.

O texto explica a arquitetura de von Neumann e sua importância, ressaltando que a evolução tecnológica levou à miniaturização dos computadores, com transistores substituindo as válvulas. Destaca-se a menor unidade de armazenamento, o bit, que representa a informação em formato binário (0 ou 1). A memória é medida em unidades como Bytes, KiloBytes, MegaBytes, entre outras.

Além disso, o conceito de sistema operacional como um software complexo que gerencia a execução de programas, otimiza o uso da memória e do processador, e abstrai o hardware para facilitar o desenvolvimento de softwares independentes de hardware específico. Exemplos de sistemas operacionais, como Windows, Linux, macOS, Android e iOS, são mencionados, abrangendo diversas plataformas, desde computadores até dispositivos móveis e sistemas embarcados.

REPRESENTAÇÃO DOS ALGORISMOS

Na "Descrição Narrativa", os algoritmos são expressos de maneira simples e intuitiva, utilizando linguagem natural. No entanto, essa abordagem é flexível e sujeita a ambiguidades, tornando-se menos eficaz na construção de algoritmos computacionais. Um exemplo é dado, evidenciando a falta de formalismo e a possibilidade de interpretações duplas.

O "Pseudocódigo" é apresentado como uma representação mais próxima de um programa computacional, sem se preocupar com a linguagem de programação específica. Trata-se de uma linguagem estruturada, conhecida como "português estruturado", que oferece regras e padrões definidos. Um exemplo do mesmo algoritmo é fornecido em pseudocódigo, ressaltando a importância das regras formais.

A "Fluxograma" é a última forma discutida, representando algoritmos de maneira gráfica por meio de símbolos. Embora não seja interpretado literalmente por softwares de programação, o fluxograma é crucial para organizar o raciocínio lógico e é amplamente utilizado em apresentações acadêmicas e profissionais. A norma ISO 5807:1985 é mencionada como a base para a simbologia adotada nos fluxogramas apresentados na disciplina.